Arquivo do Mês para junho, 2013

Caro Antunes

Prof. Luiz Carlos

Recentemente tive a oportunidade de ler sua biografia escrita pela jornalista Ana Lavratti e confesso que fostes e és uma lição de vida para qualquer pessoa nesse mundo. Vindo praticamente do nada e criando uma história de vida que deixará para as futuras gerações um marco e uma fonte riquíssima de exemplo de superação e conquistas. Parabéns amigo por esse exemplo de vida. Luiz Carlos Silva, professor de língua estrangeira no Colégio Educar e na Academia Washington ambos em Biguaçu/SC

Olá Antunes! Publiquei no meu blog sobre seu livro

Watson Zucco Weber

Tenho a honra de ser amigo de Antunes Severo, fundador da primeira agência de propaganda de Santa Catarina, um dos principais nomes do início da radiodifusão de Florianópolis. Antunes foi diretor de importantes veículos e entidades de comunicação e marketing, além de secretário de comunicação do Estado. Voltou a estudar na casa dos 30 anos e hoje é Mestre. Ano passado lançou sua biografia, escrita pela jornalista Ana Lavratti, que a poucos dias terminei de ler: Antunes Severo, O Menino do Arroio Itapevi.

Adorei ler o seu livro e recomendo como leitura fundamental pra quem quer conhecer a história da comunicação catarinense, relatada por quem é parte dela. Obra importantíssima para inspirar jovens em busca de seus sonhos. Sua história prova que o reconhecimento chega como consequência do trabalho feito com paixão.

Antunes é um exemplo, um ídolo, um guru. Obrigado Antunes por tudo que você fez e faz pela comunicação em nosso Estado!

Abraços! Saudações | Watson Zucco Weber | Diretor de Comunicação | Studio 20 Filmes | (47) 3340 2220 | www.vinte.net | www.supercomunicador.com.br

E que bom filme é sua vida, exibido aos leitores pela direção segura da Ana Lavratti!

Niterói, 11 de junho de 20

 Caro Antunes Severo:

Acabo de ler “Antunes Severo: o menino do arroio Itapevi”. Isto significa que acabei de fazer uma viagem maravilhosa, não nas ondas hertzianas normais porém noutras que são completamente inefáveis, envolvendo sonhos, persistência, caráter, adversidades, vitórias – esses ingredientes de que são construídas as grandes vidas, aquelas que, se vê, valeram ser vividas e se constituem em preciosos exemplos a serem seguidos.

Vi aí, pelo menos um herói – o protagonista, claro – e duas heroínas: Dona Lahir e sua “Pretinha”.

Dona Lahir, me permito homenagear por tudo o que ela representou, dignificando a condição de mulher e de mãe; pela luta contra todas as vicissitudes; por olhar de frente a carranca de um destino cruel, e transformá-lo numa plataforma de solidez moral e de coragem da qual saltaram seus filhos, em especial o menino que brilharia tanto em tudo o que tem feito.

Sua esposa, homenageio por ver implícito na leitura do livro o quanto ela tem representado em sua vida, confirmando aquela velha história de que “por detrás de todo grande homem…”.

Meu pensamento é muito cinematográfico; quando escrevo, e quando leio, vão-me passando diante dos olhos todas as cenas, como num filme. E que bom filme é sua vida, exibido aos leitores pela direção segura da Ana Lavratti!

Vi nitidamente a torre com o cata-vento da vila, que ligava o céu das transmissões radiofônicas à vida concreta do menino; vi o capinador de ruas, o lenhador; vi o soldado, leal porém orgulhoso de seus princípios e acalentador de sonhos, que até à cadeia do quartel o levariam.

Vi o arco de iniciativa, trabalho e (por que não?) um pouco de sorte, que ligou o menino analfabeto ao empresário bem sucedido, passando pelo galã que encantava as jovens, o incrível repórter, o locutor seguro, o noticiarista competente, o animador de auditórios, o idealizador e realizador de projetos, o chefe exigente porém humano, o coordenador de equipes  – e tantos outros Antunes Severo dentro do nada severo Antunes.

Admirei, destacadamente, o homem do rádio, não somente no sentido de um trabalho ou uma profissão, mas no sentido de uma missão. Uma missão de amor à palavra falada e lançada, ao mesmo tempo com carinho e força, nos ouvidos, corações e mentes de milhares de ouvintes.

Lendo o livro, fui das quase lágrimas a risos nas passagens jocosas.

Minha esposa, Lúcia, com quem comentei várias passagens, acabou por compartilhar esse prazer de ver contada sua vida – que com certeza daria pra fazer muitos outros livros.

Fiquei contente de ver alguns pontos de convergência em nossas vidas: o amor pelo rádio é uma, evidentemente. Outras duas: minha mãe, falecida aos 85 anos, era espírita, e por intermédio dela tive acesso a leituras como “Nosso Lar”. Na juventude tive oportunidade de participar da ajuda a algumas instituições, como você e sua esposa ainda fazem em relação ao Núcleo Espírita que tem justamente esse nome da famosa obra que terá sido ditada ao Chico Xavier pelo espírito de André Luiz.

A terceira convergência: sua dissertação de mestrado tem como objeto de estudo comparativo a Fundação Getúlio Vargas, instituição na qual trabalhei por 19 anos, tendo ingressado por concurso como escriturário e saído como professor, para ir para a Uerj, na qual me aposentei, na área da filosofia. Lúcia, hoje também aposentada, continuou na FGV por toda a sua vida de trabalho, chegando à chefia dos Recursos Humanos.

Obrigado pelo livro e, especialmente, pelo conteúdo: o exemplo de sua vida.

Permito-me fazer-lhe dois pedidos. O primeiro: continuar a ceder-me espaço no Caros Ouvintes, forma pela qual me sentirei honrado em contribuir com seus projetos. O segundo: juntar-me aos milhares de amigos que você soube fazer durante sua bonita e produtiva vida.

Grande abraço! Carino

Ana Lavratti ganha mais um testemunho da história que contou

Bar e Armazem Itapevi, na encruzilhada da BR 290 com a estrada que vai em direção à Serra do Caverá. Em primeiro plano o sobrinho Edemilson Severo Cunha e o meu irmão por parte de mãe Jesus Severo

Amigo Antunes Severo, visitei o blog e encontrei a reprodução da minha mensagem. Foi ótimo.  Assim fiquei mais atualizado sobre suas publicações. Sobre o Eloy tinha dúvida quem era. A gora pelo Gmail, tive a certeza de que realmente eu conheço o Eloy do Prado Severo, fica bem perto de onde nós moramos. Tive pesquisando com os vizinhos moradores da região e logo surgiram as lembranças daquela época.

Nosso avô Antônio Cândido Severo

Sobre Antonio Cândido Severo, a historia real quem contava era a tia Arminda irmã da minha mãe: “Eles vinham de umas carreiras ali perto e o tal assassino, ele e outro cara, entraram em negócio dizendo que queriam comprar vacas. Só que na verdade era uma emboscada. Um cara ficou para mais distante e outro seguiu o meu vô e na cancela que era giratória quando ele se abaixou para girar a cancela o assino deu um tiro mortal nele (a traição)”. Tem lá onde era a cancela uma pedra com uma cruz onde ele tombou, só  não sei se tem a data.

Sobre a localização da casa que você mencionou, está correta. Essa propriedade há muitos anos foi comprada pelo Sr. Otaviano Silveira de Souza.  A casa está lá igual, paredes de pedra com algumas reformas, mas mantendo o original como era. Hoje mora lá um filho dele, Odilcon Iarto de Souza.

Sobre a tia Eloá e tio João Vieira, ambos já falecidos, o filho dele esteve aqui hoje e comentou que faz 17 anos que ele faleceu. O Mazário já está com quase setenta ou setenta, não lembro bem, esta enfrentando sério problema de saúde. Se você adicionar Berê Amaral, vai ver as fotos que fizeram no churrasco de aniversário dele agora em maio.

Sobre a balança está lá pesando gado e o Bar Itapevi está com a Berê e o Jorge Augusto. Minha Mãe é irmã do finado João Vieira por parte de pai. Nós moramos enfrente ao local de arremates a onde está a Balança e o Bar Itapevi. A ponte que divide os municípios fica dentro do nosso campo na BR 290.

A Igrejinha está lá, foi restaurada há alguns anos. O meu pai está sepultado lá e vários outros parentes das famílias Severo, Vieira, Silveira, Amaral e mais alguns que entraram na família.

Darci Severo Vieira, meu primo irmão, filho da tia Eloá e do tio João Vieira, irmão do Mazário, em foto de 12 de setembro de1955.

Minha mãe Horizontina do Amaral Severo, apelidada Mulata, se Deus quiser, dia 04 de Agosto vai completar 94 anos, ela está muito bem graças a Deus, com ótima saúde, melhor que os filhos.

Eu vou conversar com o Eloy sobre os locais aqui da região. Assim que der vou bater algumas fotos dos locais e vou lhe enviar tudo atualizado.

Estou esperando o livro. Já encomendei, deve chegar esta semana; estou aguardando e muito curioso.

Estou respondendo hoje porque soube que você estava para a feira do livro.

Se tiver algumas idéias sobre qualquer coisa referente ao local Itapevi estou a disposição do amigo, pode mandar perguntar que lhe responderei corretamente. Um grande abraço. Mais uma vez meus parabéns por essa sua linda história e exemplo de vida. Elias Severo

O arroio Itapevi cruza dentro do nosso campo

Elias Severo

Amigo Antunes Severo, temos uma pequena propriedade sendo que o arroio Itapevi cruza dentro do nosso campo, então resolvi pesquisar algo e entrei no google e escrevi “qual será a origem do rio Itapevi?”, em resposta através do YouTube, assisti parte do lançamento de seu livro O Menino do arroio Itapevi. Fiquei super feliz em saber que já tem ate um livro com o nome do arroio Itapevi.

Itapevi tem origem indígena, também logo acima tem o mato que se chama Buriti.  Ouvi dizer que Itapevi era o nome de um índio que habitavam o lugar naquela época. Gostaria de poder comprar o livro, mas no momento não consegui, entrei no saite da editora e não pude concretizar a compra. Achei importante que no lançamento do livro a Ana Lavratti, comentou que a 80 anos atrás tudo era diferente e é verdade hoje está tudo modificado, mas o arroio está bem preservado e as antigas propriedades continuam habitadas. Agora que somos amigos através do  Facebook, coloco-me a disposição para o amigo. Assim que der quero ver se consigo comprar seu livro. o meu Gmail, é eliassevero3@gmail.com  Um forte abraço. Elias Severo.