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Letras & Artes

Diário Catarinense. Anexo. Quinta-feira, 3 de dezembro de 2015. Coluna Notas.

 

 

ACLA dá posse a novos acadêmicos e premia personalidades

A solenidade de posse da jornalista Néri Pedroso, da arte-educadora Maria Terezinha Heimann e do radialista Antunes Severo ocorreu na sessão solene desta sexta-feira, 4/12, em Florianópolis. Os novos acadêmicos ocupam as cadeiras 19, 16 e 21, respectivamente, tendo como patronos Carlos Roberto Jardim, Harry Laus e Adolfo Zigelli.

Aguinaldo Filho (E), Antunes e Preta Severo, Néri Pedroso

Inicialmente e como parte da programação de encerramento do ano Acadêmico foram premiadas as personalidades destacadas nas áreas Literária, Musical, das Artes Visuais e das Artes Cênicas de 2014 e feita a entrega do Prêmio Academia Catarinense de Letras e Artes na qualificação Conjunto da Obra.

O grupo de dança Cena 11, com vinte anos de trabalhos marcantes,  recebeu o prêmio Conjunto da Obra. As personalidades homenageadas foram a editora Marina Moros, representante do campo da literatura, a artista visual Raquel Stolf e a diretora de teatro Marisa Naspolini. A orquestra Camerata Florianópolis foi contemplada com o Personalidade Musical do Ano, após ganhar destaque fora de Santa Catarina e se apresentar no Rock in Rio.

O presidente do Instituto Caros Ouvintes, Antunes Severo solicitado a falar sobre o evento e sua significação, assinalou: “Estamos em pleno campo de ação com o desafio de encontrar reforços e ampliar nossa capacidade de gerar cultura. Estamos reunindo padrões de comportamento, crenças, conhecimentos, hábitos e costumes. Fomos chamados e estamos respondendo com nossa adesão a uma entidade que se dedica a qualificar padrões sociais ligados à criação e difusão das belas-artes e das ciências humanas, em todos os níveis e escalas. Queremos que a cultura vá além do privilégio de oportunidades como esta que estamos vivendo nesta solenidade. Queremos que o texto seja universal, que a poesia embale mais corações, que a música seja o elo sonoro da felicidade geral, que as artes plásticas estejam ao alcance de todos, que o teatro seja iluminado pela imensidão do sol. Queremos fazer, antes de mais nada, como disse o Dalai Lama,  “um apelo por uma reorientação que nos distancie da preocupação habitual com a nossa própria pessoa. Um apelo para nos voltarmos para a ampla comunidade de seres com os quais estamos ligados, para a adoção de uma conduta que reconheça os interesses dos outros paralelamente aos nossos”. E finalizou: Por isso estamos aqui”.